Dr. Vagner de Mello
Urologista, com formação em Cirurgia Geral e Urologia, Dr. Vagner de Mello une conhecimento técnico, atualização contínua e uma relação próxima com cada paciente.

Natural de Niterói e criado em uma família amorosa, Dr. Vagner descobriu cedo a vontade de cuidar do outro. Aos 17 anos, decidiu seguir a Medicina e, depois de dois anos de preparação, ingressou na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Hoje, conduz cada consulta com escuta atenta, acolhimento e a compreensão de que saúde não se resume a um exame ou a uma queixa isolada.
Formação médica
Graduação em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), concluída em junho de 2015.
Residência em Cirurgia Geral pelo Hospital Orêncio de Freitas, em Niterói/RJ, concluída em fevereiro de 2019.
Residência em Urologia pelo Hospital Universitário Antônio Pedro, da Universidade Federal Fluminense (UFF), concluída em fevereiro de 2022.
Fellowship em Cirurgia Robótica e Uro-oncologia pelo Hospital Felício Rocho, concluído em junho de 2023.
Experiência e serviço
Antes e durante sua formação, Dr. Vagner atuou em diferentes contextos da medicina. Foi médico em Serviço Militar Voluntário na Marinha do Brasil, entre fevereiro de 2016 e fevereiro de 2017. Durante a pandemia de COVID-19, trabalhou como médico plantonista em medicina intensiva no Hospital Municipal Oceânico de Niterói, de maio de 2020 a 13 de abril de 2022.
Reconhecimento
Em 30 de dezembro de 2020, recebeu Menção Honrosa da Secretaria Municipal de Niterói pelo trabalho realizado no Hospital Municipal Oceânico de Niterói, referência no cuidado a pacientes com o novo coronavírus.
Atualização profissional
“Meu compromisso é traduzir informação médica em cuidado possível, respeitoso e alinhado à realidade de cada pessoa.”
Dr. Vagner na mídia
Espaço para reunir entrevistas, palestras, matérias e participações que ajudem pacientes e leitores a compreender melhor temas de saúde.
Publicações do autor

O acompanhamento médico não transforma o emagrecimento em uma fórmula. Ele pode ser útil quando existe uma meta de saúde, histórico de muitas tentativas, sintomas associados ou dúvida sobre riscos e possibilidades.

A pergunta sobre reposição hormonal costuma surgir diante de cansaço, sono ruim, mudanças de libido ou sintomas do climatério. Esses sinais são reais, mas podem ter diferentes explicações.

Quando as pernas parecem aumentar de volume de forma desproporcional, há dor ao toque ou hematomas frequentes, é compreensível buscar respostas. Ainda assim, a avaliação precisa considerar outras possibilidades.

A palavra “inchaço” costuma ser usada para diferentes sensações e mudanças no corpo. Explicar em que horário ocorre, se há dor, se melhora com repouso e como evoluiu ajuda a tornar a consulta mais precisa.

Muitas pessoas procuram uma atividade “certa” para lipedema. O ponto de partida mais útil é entender tolerância, dor, mobilidade, preferências e as barreiras reais que dificultam se movimentar.

Quando o esforço parece não se refletir nos resultados, a frustração é comum. Em vez de concluir que falta disciplina, vale examinar a rotina completa e as condições de saúde que podem estar participando.

Fome, sono e peso se influenciam, mas cada um deles também tem causas próprias. Observar horários, intensidade, gatilhos e mudanças recentes oferece uma base melhor para uma conversa de saúde.

Fogachos e sono fragmentado podem alterar a rotina, o humor e a disposição. A intensidade e a combinação de sintomas variam; por isso, o cuidado começa por ouvir como essa fase está sendo vivida.

A libido pode mudar com sintomas vasomotores, sono, humor, ressecamento vaginal, dor, relações, estresse e imagem corporal. Não há uma experiência única nem uma resposta pronta.

Climatério descreve a transição entre a fase reprodutiva e a pós-menopausa; menopausa é a última menstruação, reconhecida retrospectivamente. Entender os termos reduz confusões e ajuda na conversa clínica.
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